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  • Isabela Leão

Especial Festival Bem Ali: Soprü


Ansiosos para o Festival Bem Ali? A Sidetrack tá aqui para alimentar a expectativa com mais bandas até lá! A atração da vez aqui no nosso especial dedicado ao festival é a mais nova do lineup, a Soprü. A banda palmense vai abrir a noite e promete vir com tudo para conquistar novos fãs misturando ritmos brasileiros e rock alternativo.


Tocando pela primeira vez no Bem Ali, a banda formada em novembro do ano passado coloca ainda um pouco de psicodelia e diversas inspirações nas composições que têm influência em cantores como Cícero e Vanguart. Composta por Samuel Carvalho, Caio Paiva, Wellis Raik, Lothar Guedes, Antonio Carvalho e Lucas de Jesus, eles levam para o palco de guitarras a clarinetes, além de letras que espelham sentimentos que todos nós já experimentamos, provando que tudo é possível na música. Eles ainda não tem álbum nem EP, mas várias músicas por aí na world wide web. Então, para conhecer o trabalho dos meninos, nós aqui da Sidetrack, apresentamos a vocês a Soprü!

SDTK: Vocês são uma banda nova aqui em Palmas, apesar de já terem vindo de outras bem conhecidas no cenário musical. Como surgiu a Soprü? Os projetos anteriores trouxeram alguma influência para a música?


Soprü: A banda vai fazer um ano em novembro, que foi quando fizemos nosso primeiro show. Algumas músicas que nós tocamos tem mais tempo que a banda em si! Elas eram um projeto entre eu (Samuel) e Felipe Freitas: a gente fazia música de voz e violão e jogava na internet. O Felipe foi embora, eu procurei uns amigos para trocar, e como a gente tinha que ter um ponto de partida eu falei: “bora pegar as músicas que eu tocava com o Felipe e bora tocar nessa nova banda” [sic]. Algumas músicas da banda Laçônico, que eu também participava, acabaram entrando no repertório da Soprü.


SDTK: Falando em influências, quais são as de vocês? Em quem vocês se inspiram quando estão compondo as músicas?


Soprü: A gente gosta muito de música melódica, música triste mesmo. Os nomes da nova MPB como Cícero, Tim Bernardes, e a galera antiga também, como Caetano nos inspiravam muito. As primeiras músicas foram bem nessa pegada. Agora, escutamos muito jazz e trap, então estamos fazendo músicas mais pensadas no instrumental. Quanto a música brasileira, a gente quer inserir toda e qualquer tipo de influência que a gente puder, independente do que seja. É muito da hora modernizar essas coisas e colocar no contexto de rock alternativo e independente.

SDTK: Agora falando de projetos para 2020: vocês já tem algum? Podemos esperar um EP ou álbum?


Soprü: Tem um EP pra 2020, que a gente espera lançar antes do segundo semestre. Está bem trabalhoso para fazer, porque acabam acontecendo muitos imprevistos. Mas vai dar certo, vamos tentar fazer até um financiamento coletivo para terminar esse álbum rapidão!


SDTK: Há pouco tempo atrás vocês organizaram o Festival Vento e Chuva. A divulgação foi bem orgânica, e muita gente foi prestigiar. Como foi a recepção do público, e como foi para vocês organizarem esse evento de forma independente?


Soprü: Quase todos os eventos que a gente tocou, nós participamos da organização, com exceção dos da Árvore Seca (produtora do Festival Bem Ali), para tentar ter um padrão e manter todo mundo envolvido. No Vento e Chuva a banda tocou em um teatro, e foi muito massa porque a gente conseguiu o espaço de graça, quem tocou ajudou na organização, e apesar da divulgação ter sido em pouco tempo, deu um público massa, foi bacana pra caramba.


SDTK: E para finalizar, vocês vão abrir a noite no Bem Ali! Quais as expectativas para o show e para o festival? Quem vocês estão mais animados para ver?


Soprü: A gente ensaiou bastante e a nossa expectativa é fazer um show muito bacana! Estamos esperando para ver como vai ser! Eu particularmente estou animado para ver a Stolen Byrds, que acho muito boa mesmo, e a Joe Silhueta, que é um som até parecido com o que a gente faz, então fiquei animado para ver como estão mandando o som deles ao vivo!

Esse ano [o festival] foi bem mais plural, e eu gostei bastante que é algo mais diverso. Esse é o mais misturado de ritmos. Eu gosto de coisa que caiba tudo e o Bem Ali cabe tudo!

Para informações sobre ingressos, acesse o site do evento aqui.

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